Escola Sem Muros: Arquitetura e aprendizagem para construir territórios educadores.
- #learningdesign
- #facilitação
- #inovaçãosocial
“Como podemos cocriar uma plataforma de aprendizagem em que os saberes da permacultura e arquitetura estejam a serviço da sociedade e colabore para a potencialização de territórios educativos.”
o desafio
Meu papel
Abordagem
Objetivos
- Desenvolver um programa político-pedagógico que integrasse arquitetura, educação e permacultura.
- Promover processos colaborativos de aprendizagem entre comunidade, estudantes e profissionais.
- Fortalecer o Espaço Cultural Jardim Damasceno como território educador.
- Experimentar tecnologias construtivas de baixo impacto ambiental e processos participativos de projeto.
- Demonstrar o potencial da arquitetura como ferramenta para fortalecer comunidades e construir autonomia.
Processo.
01
Concepção do programa
Estruturação do programa político-pedagógico da Escola Sem Muros, definição da metodologia baseada nos princípios de aproximação, construção e cuidado e articulação entre parceiros, especialistas e comunidade para o desenvolvimento da experiência.
02
Vivência Escola Sem Muros
Realização de uma vivência em dezembro de 2017 para apresentar a metodologia da Escola Sem Muros, experimentar técnicas construtivas com bambu e iniciar a aproximação entre comunidade, estudantes e equipe do projeto. Essa experiência estabeleceu as bases para a imersão realizada no ano seguinte.
03
Imersão Escola Sem Muros
Condução de uma experiência intensiva de dez dias que integrou arquitetura, permacultura, práticas corporais, cartografia afetiva, atividades culturais, construção em bambu e processos participativos. O canteiro-escola tornou-se simultaneamente espaço de aprendizagem, experimentação e construção coletiva.
04
Sistematização e circulação
Registro dos processos, consolidação do programa político-pedagógico e disseminação da experiência por meio de publicações, apresentações e ações que ampliaram o alcance do projeto.
Resultados.
Participação na 16ª Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza
A experiência desenvolvida pela Escola Sem Muros integrou o Pavilhão do Brasil na 16ª Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza, na exposição Muros de Ar, levando ao debate internacional uma prática que articula arquitetura, educação e construção de territórios educadores. O projeto também foi publicado no ArchDaily, ampliando a circulação e o reconhecimento da iniciativa.
Imersão Escola Sem Muros
jan. 2018
Desenvolvimento de uma experiência de aprendizagem de dez dias reunindo estudantes, profissionais e moradores em atividades que integravam arquitetura, permacultura, educação e participação comunitária, promovendo a construção coletiva de conhecimento e o fortalecimento do território.
Vivência Escola Sem Muros
dez. 2017
Realização da primeira experiência pública da metodologia, dedicada à apresentação da proposta do coletivo e à experimentação de técnicas construtivas com bambu, fortalecendo a aproximação com o território e preparando a etapa seguinte do programa.
Programa político-pedagógico desenvolvido
Consolidação de uma metodologia baseada nos princípios de aproximação, construção e cuidado, articulando aprendizagem experiencial, arquitetura participativa e desenvolvimento comunitário em um mesmo processo.
Aprendizados.
Como essa experiência continua presente na minha prática.
A Escola Sem Muros consolidou minha forma de compreender o design como prática coletiva. Foi nesse contexto que aprofundei o desenho de metodologias participativas, a facilitação de grupos e a criação de experiências de aprendizagem baseadas na escuta, na colaboração e na construção compartilhada de conhecimento.
Os princípios de aproximação, construção e cuidado desenvolvidos nesse projeto continuam presentes na minha atuação em design estratégico e design de serviços. Hoje eles orientam a forma como conduzo pesquisas, desenho processos participativos e apoio organizações na construção de soluções para desafios complexos.